Já pensou nisso??

Fazer poesia é descobrir a beleza onde poucos podem ver, É desnudar sentimentos que o coração tenta esconder!

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Minha cria

Dentro do meu peito bate uma saudade,
Dentro da saudade uma vontade de te ver,
Ver o teu sorriso quando ria por besteiras,
Quando ria por felicidade
Quando ria por querer!

Dentro do meu peito cresce uma certeza
De que a todo instante você está aqui,
Mas a desilusão por não poder te ver
Fere profundamente o meu coração,
Deixando-me  a deriva por alguns instantes,
Procurando sua mão para me ensinar seguir!

Seu sorriso eu  ouço onde quer que esteja
Nada pode abafar seu som de alegria
Mas o que eu queria mesmo era  abraçar você,
E dizer que sou feliz por ser sua mãe, 
E por você ser minha cria!

Sigamos juntas e de mãos dadas!

Nádia Magalhães




domingo, 24 de novembro de 2013

PERDER DÓI

Perde-se tempo deixando pra depois
Perde-se tempo adiando o agora,
Perde-se tempo não dizendo eu te amo,
Perde-se tempo acreditando no tempo
Que hoje é tempo, manhã é outrora!

O perder dói quando não diz o que quer
O amanhecer se torna negro quando as oportunidades se vão
E ao saber que jamais  terá outra chance
Lamenta o que um dia esteve tão próximo
E não foi capaz de pedir
a revanche!

Perder ninguém quer não se aprende jamais,
Lamenta-se muito quando se perde o que for,
mais a perda maior entre todas as perdas,
É perder aquele que te deu só amor!

Nádia Magalhães

domingo, 17 de novembro de 2013

Amar no mar


No  mar,
O vento canta aos nossos ouvido,
Querendo revelar segredos de amor,
Nessa doce melodia,
Abala sentimentos,
Retoma canções
E vibra docemente corações
Ao som do EU TE AMO!

No mar,
Os desejos não  cabem no peito,
As desilusões dissipam,
Fortalecem os ímpetos adormecidos,
Encorajando os mais fracos sentimentos,
Na busca do frescor do amor!

No mar,
Vibram docemente  emoções,
Recordações que outrora se foram
Reconstituem-se...
É possível amar e ser amado
E Viver depois!

Nádia Magalhães

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Só quero você


Hoje estou sensível,
Eis que bate em minha porta a saudade.
Saudade de escrever meus anseios 
Que há muito estavam adormecidos!
Nem sei ao certo como dizer,
Mas as palavras surgem do meu interior,
são emoções que outrora foram vividas,
Mas agora insistem em desabrochar novamente!
Querem e desejam reviver,
Sentem vontade de querer,
Insistem em só pensar em você!
Mas eu, magnanimamente impulsiva
Crio cenas prováveis
Para  viver este sentimento salutar,
Onde não há possibilidades
De pensar em evitar.
Pois o meu coração só quer você
Minhas vibrações só querem você,
Minhas intenções também,
Só você!
A saudade quando acorda,
Não pede permissão,
Apenas desejo, emoção,
Que a todo momento grita seu nome!
Hoje é uníssono no meu peito esse grito,
Que veio lá do infinito,
Só querendo você! 

Nádia Magalhães